sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Eu te amo

Depois de ganhar os cinemas na década de 80, a história de "Eu Te Amo" escrita por Arnaldo Jabor, está no teatro.


No palco, Juliana Martins interpreta Maria, uma moça que se formou em Letras, mas não consegue emprego na área. Seu único relacionamento "estável" é com um homem casado. De saco cheio da sua vida, ela resolve vestir o vestido do seu baile de debutante, fingir que é Mônica, uma garota de programa, e transar com o primeiro cara que aparecer: Paulo (Alexandre Borges). Bom, o Paulo acabou de levar um "pé na bunda clássico" de Bárbara, atriz, com quem morou 3 anos...A peça é leve, engraçadinha...
Os atores estão em sintonia...
Ah, só pelo texto do Jabor já vale a pena.
Corre lá no teatro do Leblon, vai!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Princesas na Vogue. Luxo!

O ilustrador americano Dante Tyler deu um apelo fashion às princesas Disney e a seus trajes tradicionais. E elas se tornaram as estrelas de capas da Vogue. Tão lindas!





terça-feira, 23 de agosto de 2011

Amy a Mil Traços

Mônica Fuchshuber

Stegun


Pouco mais de um mês após a morte da cantora Amy Winehouse, 44 artistas se reúnem para homenagear a diva do pop em uma exposição com caricaturas da estrela. A exposição, batizada de Amy a Mil Traços, vai ser realizada no Shopping SP Market, de 30 de agosto a 18 de setembro. Na ocasião, o público terá a oportunidade de conferir 44 formas diferentes de ver Amy Winehouse. É o registro da cantora a partir da percepção e do olhar de cada cartunista convidado para o evento. R7.com.br

Uma tarde rock'n'roll...

Esse texto foi publicado no blog da minha irmã.
Por Renata Peixoto Sábado, 23 de julho, 13:30, celular toca, no visor: "CASA DE MÃE" .
Era a própria: " Renata, não sei o que fazer com Beta que não para de chorar!"
"Que foi agora mãe?"
"Aquela cantora "doidona" que ela gosta morreu"
"Amy morreu?"
"Essa mesmo! O que eu faço?
"Deixa ela chorar, daqui a pouco passa"
Lembrei do show que Beta deu quando Cazuza morreu e agradeci por não precisar presenciar o de hoje.

16:00, celular toca, no visor: "BETA"
Voz de quem tinha chorado (muito!): "Renata, vamos comigo alí rapidinho (odeio demais esse 'rapidinho' dela), vou fazer uma entrevista com Serguei"
Eu: "Oi?"
"Serguei Renata, aquele que falou no programa do Jô que transou com uma árvore. Se arruma rápido e coloca um all star pra entrar no clima de rock(!?!) e veste roupa preta (luto por Amy?)"
Bom, depois do trauma da Amy, preferi não contrariá-la e fui. Nada pra fazer mesmo! No carro, além de nós duas, Carlinha e Carol. TODAS de All Star.
No local, Serguei recebia a equipe da Record nacional que iria gravar seu depoimento sobre Amy. Sentamos e ficamos esperando. De repente, ele se aproxima de nós e pergunta :
"Alguém tem um pó pra me emprestar?".
Pausa dramática, muita vontade de rir.
"Pó compacto, meninas!"
Olhei direto pra Beta, a rainha das maquiagens, que falou:
"Eu tenho, só não sei se combina com seu tom de pele" (rezando pra não combinar)
"Serve sim, me empresta! Preciso ficar bem no vídeo", e foi ao banheiro.
Começou a entrevista. Serguei é uma figura inexplicável. Fala sem parar, mistura todos os assuntos, de repente para e diz que se perdeu no raciocínio ("é a idade", segundo ele, com 78 anos). Quase chorou ao falar de "Janis" (Joplin). O visual, um capítulo a parte. Muitas bijous. As lentes de contato azuis completam o look. Beta e Carol entrevistavam, Carlinha fotografava e eu observava.
Desligado o gravador, nos convidou pra irmos ao Templo do Rock (sua casa) em Saquarema, trocou telefone com Beta e tudo! Depois, nos puxou para tirar fotos com a banda e relaxou de vez. Confessou estar virado, sem dormir, mas aguentaria porque é um "boy".
Enfim, rimos muito das caras e bocas dele, que sentou no colo de Beta pra finalizar.
Ela esqueceu da Amy...





Fotos Carla Caliman

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O que você gosta?


pinturabrasileira.com





O "pinturabrasileira.com" é um site dedicado à prestação de serviços para o mercado de arte. Você pode usar o "pinturabrasileira.com" para adquirir as obras que fazem parte do acervo on-line e também para colocar à venda as obras que possui. O portal ainda ajuda potenciais investidores a identificar excelentes oportunidades de negócios. Fica a dica!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

É assim que se faz amor e não guerra!

Scott Jones, de 29 anos, está no Canadá há seis meses, trabalhando com barman e fazendo comédia em pé. Voltava da partida final da liga profissional de hóquei no gelo, junto com a namorada, quando Vancouver foi tomada pelo quebra-quebra. A ‘Julieta’ é Alexandra Thomas, estudante canadense.
- Na verdade, ela foi ferida, derrubada pelo escudo anti-tumulto de um policial – contou Brett Jones, o papai orgulhoso, ao jornal canadense The Star, por telefone, da Austrália.

A mãe do jovem herói se assustou ao ver o filho deitado no meio da confusão. Mas Megan Jones disse que não esperava nada diferente do filho: - É algo que esperava que ele fizesse, é o meu garoto. Ele sempre viveu num mundo próprio. Nem sempre se conecta ao que acontece em volta dele.

O mundo se perguntava desde a noite de quarta-feira quem era o casal que protagonizou o único momento feliz da noite que terminou com 150 feridos (40 em estado grave), 100 presos e 15 carros incendiados (incluindo dois da polícia). O próprio autor da foto, Richard Lam, disse que não se cansava de olhar a foto e perguntar: beijo ou dor?

- Sabia que eu tinha capturado um ‘momento’ quando flagrei as silhuetas imóveis contra um pano de fundo tão caótico. Mas só depois ,quando começava a arquivar as imagens, meu editor disse que as duas pessoas não estavam feridas, mas se beijando! Continuo olhando a foto e não sei o que pensar – disse o fotógrafo em entrevista ao Guardian, na quinta-feira.

Vi no site Globo.com

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Doe palavras...



O Hospital Mário Penna em Belo Horizonte, que cuida de doentes de câncer, lançou um projeto que se chama "DOE PALAVRAS". Fácil, rápido e todos podem doar um pouquinho. Basta acessar o site http://www.doepalavras.com.br/, escrever uma mensagem de otimismo e ela aparece no telão para os pacientes que estão fazendo o tratamento – na sala de quimioterapia.

Podemos ajudar muitas pessoas em tratamento com as nossas mensagens. Essa ajuda acontece de muitas formas: apoio, reconforto, reprogramação mental e otimismo. Participem, não apenas hoje, mas, todos os dias. Não custa nada e pode realmente trazer grandes benefícios aos que sofrem com essa doença e os terríveis efeitos colaterais do tratamento.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Sobre livros...

“Que aquele que rouba livros ou não devolve livros emprestados tenha o livro em sua mão transformado numa serpente voraz. Que ele sofra um ataque apopléctico que paralise todos os seus membros. Que, aos gritos e gemidos, implore por piedade, e seu tormento não seja mitigado até que entre em estado de putrefação. Que as traças corroam suas entranhas como o verme que nunca morre. E que no dia do juízo final seja condenado a arder para sempre no fogo do inferno”.

Inscrição na Biblioteca do Mosteiro de São Pedro em Barcelona.


terça-feira, 7 de junho de 2011

Na lembrança

- E o que a gente vira quando vai embora de alguém?
E o Senhô respondeu:
- Uns viram pó. Outros caem igual estrela do céu. Outro só viram a esquina, e tem aqueles que nunca vão embora.
- Não? E eles ficam onde, Senhô?
- Na lembrança

vanessa leonardi

Arte acessível.

Navegando pelo site DemocrArt me encantei com o trabalho de Isabelle Tuchband.
Divido um pouquinho com vocês...
Para o dia ficar mais colorido...

Nascida em março de 1968, na cidade de Taubaté, interior do estado de São Paulo, Isabelle Tuchband é filha do pintor francês Émile Tuchband (1933-2006) e de Marlene Tuchband. Isabelle Tuchband multiplica sua energia talentosa por tantas artes - cerâmica, escultura, pintura, ilustração, design.


Mulher apaixonada

A saudade não tem cor

Creativetime

Vida maravilhosa

Viver é se emocionar

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Love on fire

"Amor em chamas representa o romance e a paixão ou destruição e ciúme. É cru e corajoso" Pei-San
Aqui

terça-feira, 26 de abril de 2011

50 Anos a Mil



“Sabia que ainda tinha comigo o plástico em que guardava a cocaína e também, esquecido há meses, atrás na minha calça, um galho de maconha do século passado cuja existência só vim a saber na hora da revista. Fomos eu, o pobre Ricardo, que não tinha nada a ver com a história, nunca sequer provou alguma substância entorpecente que não fosse televisão. Acharam a bagaça no meu bolso e me deram voz de prisão. Cheguei na delegacia, muito simpático, propondo reformas urgentes: o ventilador não funcionava, a máquina de escrever também…os telefones estavam cortados por falta de pagamento, realmente, uma penúria. Fiquei verdadeiramente penalizado com aquele pessoal trabalhando, dando duro em condições tão precárias. Paguei a fiança e me mandei pra casa. Encontram 0,8 decigramas raspados do plástico da cocaína e o tal centenário galho de maconha. Um Pablo Escobar de calças curtas!”.
Esse é apenas um trecho de “50 Anos a Mil”, autobiografia de Lobão, cantor e compositor de grandes sucessos, onde ele escancara sua vida e fala abertamente sobre o período passado na cadeia, as vaias recebidas no Rock in Rio, o suicídio dos pais, a depressão que sofreu e toda sua trajetória turbulenta na música. O livro termina em 2008, quando ele vai morar em São Paulo, deixando para trás sua “vida louca, vida”.

terça-feira, 1 de março de 2011

Vai dar samba!

No período que antecede o carnaval, nada melhor do que assistir um documentário sobre quem está por trás dos holofotes na Marquês de Sapucaí. Em “O samba que mora em mim” a diretora Georgia Guerra-Peixe sobe o Morro da Mangueira em busca de flagrantes dos moradores, boas histórias e lógico, bom samba!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Acorda Amor...

Em "Acorda Amor", projeto da fotógrafa Fernanda Prado, cada semana um fotógrafo é convidado para fazer suas primeiras imagens do dia, sempre antes do café da manhã.
Em seu
flickr, Fernanda conta que a ideia de convidar amigos fotógrafos para participarem do "Acorda, amor" surgiu num vôo entre Brasil-Alemanha.
”Minha amiga, companheira de viagem e também fotógrafa Celisa Beraldo fez a foto que eu queria ter feito naquela manhã. Enquanto eu dormia, ela fotografava. Quando acordei, o sol já havia nascido há muito tempo e perdi a foto. Restavam-me cenas banais da mesinha pendurada na poltrona do avião com copo de plástico da TAM em cima. Até tentei fotografar esta situação, mas quando a Celisa começou a me mostrar no visor da sua câmera as cenas que eu havia perdido, fiquei puta. Eu queria ter feito a bendita da foto clássica (batida?) do sol nascendo na janelinha redonda do avião. Foi aí que ela ofereceu: "Quer a minha?". E é com esta foto feita pela Celisa que começa a seção "Acorda, amor convida".

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Em Tóquio...

O seu recente trabalho "Tokyo compression", o fotógrafo alemão Michael Wolf, escolheu como cenário, a linha de metrô mais movimentada de Tóquio – retratando durante 30 dias todo desconforto dos passageiros.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Carioca

Através das suas fotografias Emmanuelle Bernard declara seu amor pelo Rio de Janeiro. Em seu livro “Carioca”, ela reúne 150 fotografias, selecionadas pelo olhar de quem conhece tão bem a cidade. O objetivo do livro, com design de Giovanni Bianco é apresentar o Rio em seus múltiplos aspectos, eternizando instantes do cotidiano carioca, passando por lugares sofisticados da zona sul até as favelas e os bairros mais humildes. Eu quero!!!! Eu quero!!!!

Me dê um conselho.

Uma caixa branca escrita “Me dê um conselho”, no meio da rua em São Paulo pode ser a solução para suas dúvidas! Sim, o conteúdo da caixa é repleto de conselhos. Você pode pegar e aconselhar outra pessoa escrevendo o que lhe vem à cabeça. Bom, depois dessa eu não tenho mais dúvida que vários conselhos bons não precisam ser vendidos.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Para o dia ficar mais bonito...

Algumas ilustrações da canadense Isabelle Arsenault

Black Swan

Junte a superação do limite físico, a busca pela perfeição e a total entrega de uma “prima ballerina” à sua arte, a um estado psicológico totalmente obsessivo e desintegrado. Essa foi a leitura que eu fiz de “Cisne Negro”. Achei o filme belíssimo, mas talvez eu seja suspeita - Sou apaixonada por ballet e quando se trata de “O Lago dos Cisnes”, de Tchaikovsky, qualquer comentário será pequeno.